‘A Rejeição Aos Muçulmanos Em Portugal É Uma Realidade Crescente’, De Acordo com Estudos Da UE

Dois muçulmanos caminham em uma estrada de Birmingham (Londres). MADRI.- Muitos muçulmanos europeus, principlamente adolescentes, eles se deparam com barreiras que os impedem de avançar na hierarquia social. O racismo, a distinção e a marginalização conseguem gerar um sentimento de desespero e de exclusão social que ameaça a coesão da comunidade.

Assim de performance de tomar são muitas das conclusões dos relatórios ‘Muçulmanos pela União Europeia: Discriminação e da islamofobia’ e ‘Percepções a respeito de distinção e da islamofobia’ elaborados pelo Observatório Europeu do Racismo e da Xenofobia (EUMC). Casa Árabe foi traduzida para o português quota dos mesmos e organizou pela última quinta-feira de um debate sobre o assunto. A acesa polémica sobre o provável choque de civilizações, distanciado de eliminar-se aviva. De ambos os estudos se conclui uma realidade denunciada há anos por empresas em toda a Europa, entretanto que teve pouca reflexo nos meios de comunicação.

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Em numerosas ocasiões, o universo muçulmano sai para a palestra no Ocidente apenas por intervenção de notícias de conflitos violentos, o que cria uma referência limitada de uma realidade mais rica do que isso. Casa Árabe, Gemma Martín Muñoz. Em sua posição, uma das razões que dificulta distinguir a islamofobia é que muitos desses atos são interiorizados e têm um elevado grau de inconsciência.

Esta compreensão do universo islâmico faz com que haja uma espécie de “defesa preventiva” contra eles. De acordo com Martín Muñoz, desde 2002, e de forma crescente, todas as pesquisas nacionais e internacionais esclarecem um sentimento de rejeição para com os muçulmanos e uma estreita ligação entre terrorismo e imigração muçulmana. As tendências antimusulmanas têm um reflexo preocupante na discriminação em áreas-chave pra integração, como o emprego, a educação ou a moradia na Europa, onde existem cerca de treze milhões de seguidores do Alcorão. Em alguns países europeus, os muçulmanos toleram altas taxas de desemprego, mais do que a população de cada outra religião.

Na Irlanda, o censo de 2002 revelou que, entre os muçulmanos, o desemprego atingia 11%, frente à média nacional de 4%, constata o EUMC. A cadeia de rádio da BBC enviou em 2004, com 50 organizações solicitações de serviço de seis candidatos fictícios, com nomes que indicavam obviamente uma origem britânica, africano ou muçulmano.

Pro presidente do Fórum pra Integração Social dos Imigrantes e professor titular de Sociologia da Universidade Complutense de Madrid, Lorenzo Chacón, “o racismo é um estímulo crescente de nossa sociedade”. No capítulo dedicado a Portugal, de acordo com fatos da Direção-Geral da Polícia e da Guarda Civil, entre janeiro de 2004 e maio de 2005, foram cadastrados 30 agressões que são capazes de ser descritos como “antimusulmanas”. Após os atentados do 11-M, a comunidade muçulmana expressou teu horror de que os ataques contra eles se tornaram algo comum.

contudo, e apesar de determinadas denúncias nos meses posteriores, não há um registro oficial que possa conceder-pé estudos quantitativos pra concluir se cresceu ou não a islamofobia em Portugal, um acontecimento denunciado a começar por Casa Árabe. Também se queixa disso, o chefe da unidade de investigação do EUCM, Ioannis Dimitrakopoulos, que mantém que “a reivindicacióm de integração poderá ser contraproducente se não estiver apoiada por políticas adequadas”. Segundo as pesquisas, na Alemanha e em Espanha os cidadãos expressaram atitudes mais negativas sobre os muçulmanos pela França e Reino Unido. De acordo com 83% dos espanhóis e 78% dos alemães, os muçulmanos são fanáticos.

Ademais, o barómetro de posição pública, do Real Instituto Elcano de junho de 2004, observou-se que 80% dos entrevistados tendiam a crer pra cada pessoa que pratique o islã como “autoritária” e 57% como “violenta”. O que é a emoção de ser muçulmano na Europa? Sob tantos preconceitos sentiu complicado ser muçulmano na Europa. Sugerem que existe um reconhecimento muito restrito da colaboração da civilização islâmica pra Europa. Ademais, queixam-se de que a polícia lhes faz notar em muitas ocasiões como suspeitos e denunciam a invisibilidade dos muçulmanos nas organizações públicas.

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