ABECEDÁRIO DA FICÇÃO CIENTÍFICA. A Antropologia

Hoje, cabe-nos tratar de antropologia. O documento aparece estruturado em 3 partes, cada uma delas formada por um de nós e ordenada em função da expansão da contemplação daquilo que eu qualificado como “o outro”. O consequência esta diante dos seus olhos. Anseio que gostem de ler. A ETNOFICCIÓN. Por Esdrás.

A descoberta de novos mundos e dos exóticos seres que os povoam é, sem sombra de dúvida, um dos tópicos mais frequentemente abordados na ficção científica e fantasia contemporâneas. Claro que tal descrição poderia achacársele a ser uma espécie de gaveta de alfaiate que englobaría tal número de obras que perderia a sua verdadeira essência.

Assim, há a indispensabilidade de depender com rigor o alcance real da etnoficción. Vejamos outro exemplo na mesma linha, apesar de prontamente submersos plenamente em nosso género: a cultura dos Habitantes, como este nos descreve Frank Herbert em “Dune”. Verdadeiramente, os ritos iniciáticos deste povo do deserto se poderiam inserir perfeitamente em uma verdadeira etnografia dos Habitantes (se realmente houver) onde se estudiarían das estruturas sociais, da cosmologia, e os usos e costumes desse povo.

Lendo a novela compreendemos mais rápido que a cultura Habitantes está intimamente ligada ao meio natural em que vivem. Um romance que nos permite concluir que, etnologia e etnoficción não parecem, em suma, tão distantes entre si, dado que a divisa entre o imaginário e o científico é, às vezes, muito sutil. Se observarmos, a título de exemplo, o estudo de sociedades primitivas ou mesmo de culturas distantes da nossa, há sempre um exercício especulativo que devem se submeter até mesmo os ardentes adeptos da desculpa. Reconstruir o que neste momento não existir, ou, até já, tentar assimilar o que nos é radicalmente alheio, exige um empenho imaginativo muito próximo, frequentemente, o da fabricação literária.

Em resumo, desejamos definir a etnologia (de um jeito muito livre) como um conjunto de histórias, ficções a respeito “o Outro”. O “documentário” funde-se com a ficção e o pesquisador se transforma em escritor. Mas, o que fazer etnoficción? Eu acho que não faz falta manifestar que a invenção de mitos, de formas sociais e de culturas fictícias deve procurar um enorme entusiasmo, e também uma questão que imediatamente foi mencionado, uma inegável profundidade na história. Inventar o seu próprio universo, até os últimos dados (geográficos, ecológicos, tecnológicos, mitológicos, morais ou gastronômicos) confere uma textura e uma característica estética inegáveis as peripécias que se desenvolvem pela novela.

entretanto, o vontade de fazer etnoficción não responde, exclusivamente, o vontade de elaborar. Dependendo de que forma viver o Outro, a novela será interpretada como uma crítica ao nosso próprio hábitos de vida, chegando mesmo a sugerir soluções, revelar algumas maneiras de convivência social. Estou aludindo ao gênero utópico com o que a cifi guarda uma estreita conexão.

A cavalo entre a imaginação e as sociedades existentes, a utopia oscila entre o domínio literário e a vida real. E se se fala de utopia é necessário expor da distopia. Esta variante do discurso utópico idealizada por Swift em 1726, com As Viagens de Gulliver toma explicitamente a outra face da estratégia utópica, contudo com similares fins.

  • Quatro Rei Krush
  • seis Aplicações pela população idosa
  • 1973 Golden Screen – Golden Screen
  • As pessoas que têm um cão têm uma vida social mais ativa
  • 14 recolhidos geniais pra surpreender as Festas

Tomás Moro, que forjou o termo utopia no século XVI, era plenamente consciente do alcance social de sua etnoficción. Serviu-Se de seu personagem, Raphael Hythlodeus, para relatar os costumes belas a respeito os habitantes de Utopia e, de passagem, de criticar tua própria sociedade. Assim, no funcionamento interno da ilha Utopia (que nesta hora, em linguagem cifi seria o planeta ou a grandeza da Utopia) não se dá gravidade alguma às riquezas materiais.

contudo, Moro não se cansa de recordar, por intermédio de teu protagonista, que está movendo-se no terreno da ficção. O fraco muro que separa etnologia e etnoficción fica evidente se compararmos a argumentada “Utopia” de Moro com o ensaio de Montaigne, “Os canibais”, escrita 60 anos mais tarde.

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