Classes Contra As ‘fake News’: São Os Universitários Analfabetos Mediáticos?

60% da população espanhola descobre que sabe reconhecer uma notícia verdadeira de uma falsa, entretanto a realidade é que só 14% o faz bem. É a conclusão do I Estudo a respeito do choque das fake news em Portugal, cumprido pela Simples Lógica e da Universidade Complutense. A sensação com cliques acelera interesses políticos e empresariais, na auto-rodovia de las redes, que permitem circular a toda a velocidade a antiga arte da lorota, sem parar a verdade ou o espírito crítico.

“Os salão de formosura são os mesmos desde o Neolítico, a propaganda a toda a hora existiu, são os canais que foram mudando. Os promotores da desinformação são os partidos políticos, e o realizam em qualquer modelo”, admite taxativo Simona Levi, a co-fundadora da Xnet que acaba de divulgar Fake News e a Desinformação. Monopólios da Manipulação Informativa. Mas nesses novos canais os jovens, muitos dos quais votarão pela primeira vez dentro de certas semanas, são vítimas propícias de manipulações.

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“Eu estou preocupado”, diz Ramón Salaverría, professor de Jornalismo e Mídias Digitais, bem como vice-reitor pela Universidade de Navarra. “Agora, os jovens não buscam a informação, caem com ela, e esse encontro acidental que algumas vezes são alimentados de dica de baixa particularidade, ou diretamente de desinformação”.

a inquietação com A literacia mediática é muito presente nas universidades. As faculdades de Ciências da Informação centra-se pela veracidade da notícia. “Nos últimos anos, tem-se empenhado muito no contraste de fontes”, conta Manuel Gertrudix, pesquisador em Ciberimaginario e professor na Universidade Rei Juan Carlos. Nesta faculdade, como em tantas novas espanholas, há cursos específicos pra futuros jornalistas a respeito de fake news.

Mas este é um defeito que não diz respeito somente aos jornalistas. “O mais interessante é gerar um raciocínio crítico e a toda a hora impedir a tentação do automatismo no momento em que vamos enviar uma dica”, pondera o pesquisador, e tenha em mente de que todos nós temos uma responsabilidade. “Não falo só de comunicadores, todos os cidadãos precisamos frear os salão de beleza já que, ao encerramento e ao cabo, estamos gerando um prejuízo”. Em vista disso os cursos são capazes de recorrer alunos de novas carreiras e até mesmo professores.

Gertrudix é mais otimista e acredita que ainda mais capazes. “Uma coisa é saber, outra de saber fazer, e outra saber ser”, explica. “Agora estamos colocando o tema nos primeiros níveis, lhes fazemos perguntar coisas que estão acontecendo, a privacidade, a gratuidade das coisas, dos serviços, etc., e estamos analisando resultados”. Os salão de lindeza são os mesmos desde o Neolítico, a propaganda sempre existiu, são os canais que foram mudando.

E, mas, vários deles marcaram o teu correto ao voto em somente duas semanas. Donald Trump foi o máximo movimentação do termo fake news. E hoje tem mais de quarenta e um milhões de seguidores e faz uma média de 43 tweets da semana. Chegou à presidência com uma feroz estratégia para as redes, sem permitir que os meios de comunicação habituais, vazou para a tua campanha. Os resultados eleitorais do Brexit não tardaram em se relacionar com estas práticas. “O Brexit não teria acontecido sem Cambridge Analitica”, sentenciou o ex-empregado Christopher Wylie, que foi quem expôs o escândalo.

Um estudo recente da Universidade de Stanford, considera inaceitável quantificar o efeito das fake news nas eleições, entretanto estima-se que cada adulto lembrava-se ao longo do tempo de campanha, no mínimo, uma notícia falsa. BuzzFeed, por tua vez, demonstrou que as vinte principais fake news que circulavam pelo Facebook teve mais likes do que as das páginas do The New York Times, NBC e The Washington Post.

Nove milhões de reações frente a sete. Sem sombra de dúvida, o espírito crítico e entendimento pra identificá-las são um colete salva-vidas na maré das fake news, porém os meios de intercomunicação têm a responsabilidade de serem os fiadores da verdade. Marc Amorós, jornalista e autor de Fake News: a verdade das notícias falsas, explica em seu livro que a gratuidade e a velocidade das notícias têm gerado uma alteração no paradigma submetido à ditadura do clique.

Os meios de intercomunicação estão sujeitos a rapidez, sem tempo de verificações ou contraste ao ter que competir com web sites e com os próprios consumidores, que se tornaram, por sua vez, em novos modelos de meios de intercomunicação. Uma busca realizada pelo The Holmes Report indica que 60% dos usuários, ante o temor despertado pelas notícias falsas, tende a se comunicar mais nos meios profissionais. Simona Levi aponta pra uma solução radicalmente contrário.

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