Crianças Com Deficiência, Entre Picadas De Pulgas E Excrementos De Gatos Em Um Colégio De Lamego

Estão desesperados e fartos de perspectivas frustradas. Vários pais de alunos da Escola de Educação Especial Príncipe de Astúrias (Vitória) vivem uma ocorrência limite, diante “o tópico de infecções e excrementos”, que gera uma colónia de gatos de rodovia assentada no lugar. Há anos denunciando a circunstância, mas não foi até esse verão, quando os problemas se agravaram.

Em um ancinho para arrecadar fundos “, apareceu um moço com as pernas quebradas”. Dias depois, durante um acampamento escolar, “outra guria sofreu numerosas picadas de pulga e carrapato”, relata uma das mães. Os pais afetados garantem que a sujeira do assentamento trouxe consigo a circunstância desses insetos, motivo pelo qual a Prefeitura neste momento desinfecção o pátio até três vezes.

O aparecimento de fezes é outra aflição de cabeça. “São garotas que não diferenciam e aparecem com cacas no cabelo, pisar em cima, jogam com elas ou se metem na boca”, explica outra mãe. Nenhuma quer destacar a tua identidade. Após uma série de reuniões com a direção do centro e a Associação de Mães e Pais de Alunos (AMPA), a Prefeitura de Vitória divulgou, pela terça-feira a retirada da colônia.

“O Governo municipal procederá à retirada uma vez que o Seprona confirmou que os animais não conseguem estar dentro do colégio”, explicou o comunicado. A medida não convence os pais afetados, o que garante que levam “, falando o mesmo de há meses”. Questionada por o tempo exato de espera, o vereador de Saúde, Lúcia Megía, não é capaz de concretizar uma data de atuação. “Antes de agir, carecemos ter claro que não há nenhum gato dentro”, adverte.

Muitas vozes dizem que os gatos acediam ao colégio por um alçapão que a protetora de animais SOS Felino, abria sem permissão. Na própria carta da câmara Municipal se destaca a impossibilidade de comparecer a um acordo com a protetora, por causa que seus integrantes continuam empenhados “em pôr a situação atual dos gatos pra própria saúde dos alunos”.

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Por tua vez, a presidente da SOS Felino desmente que sejam eles os que foram introduzidos os gatos e se mostra surpresa ante o anúncio da câmara Municipal. “O domingo anterior chamou-me a vereador para relatar que recuou da gateira e os comedouros. Há alguns dias, mandaram fechar a gateira, contudo tiveram que abrir por ordem do Seprona em razão de tinha filhotes dentro”. Assegura que nem sequer todos os pais estão a favor do desmantelamento por causa de o que pensam fazer com os gatos “é uma autêntica caça às bruxas”. ” e reitera ter provas de que “alguns pais têm posto lixo nos comedouros” para denunciar a suposta sujeira que geram os mininos.

“Deveriam se preocupar mais com as instalações, a título de exemplo, do amortecimento do solo do pátio, que não está feito. Se falam de ser um colégio de educação especial, teria que estar condicionado”, ressalta a presidente da SOS Felino. Em meio à polêmica, o vereador Megía apresentou pela semana passada uma queixa por ameaças de morte nas mídias sociais dirigidas contra ela, funcionários municipais e os pais de alguns alunos. “Eu não irei tolerar nem uma única ameaça pra realizar com a minha responsabilidade, que é a de assegurar a saúde e a convivência numa escola, que, além do mais, neste caso, é uma universidade de educação especial”. A história vem de afastado.

“nessa área, com muito espaço livre de campo, os gatos viviam de modo natural. Mas fará em torno de 10 anos, começaram a desaparecer as aberturas de ventilação dos dutos de ventilação”, lembra o diretor do centro, Ignacio António Ortega. Os felinos encontraram refúgio e assim sendo deu início a origem do problema.

através do próprio colégio compraram 20 grelhas para repor as roubadas, contudo nem ao menos todos estavam de acordo. “Vieram muitas pessoas falando que se as colocábamos os gatos iam continuar presos e íamos deixar morrer”. Ao desfecho, tomaram a decisão de deixar uma porta aberta para que tivessem uma rodovia de escape. Enquanto as queixas de pais e professores aumentavam, o diretor tentou encontrar uma solução com a câmara Municipal.

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