Entrevista Com Roger Federer

Pergunta. Há uma semana, em Hamburgo, a primeira Wilson nova. Por que a modificação? Resposta. Desde 2002 não fez nenhuma mudança pela raquete. Mas que tenho estado a testar em treinos. Após perder logo em Wimbledon, eu me perguntava o que eu queria fazer, se descansar, treinar, jogar ou tentar uma nova raquete.

apontou pra mim, em Hamburgo, e Gstaad, posso jogar, treinar, testar a nova raquete. P. você Vai jogar com a sua nova arma, o que resta de ano? R. As sensações são boas, porém não deixa de ser um protótipo. Se a transformação não será visto que a outra eu ia mal. P. encontrou prontamente uma razão da derrota pela segunda rodada em Wimbledon? R. Às vezes é trabalhoso descobrir um fundamento.

O rival era desconfortável, não parava de subir à rede. Mas vinha de imediato de jogar um mau jogo das quartas de fim de Roland Garros com Tsonga. Perder o outro dia, em Hamburgo, foi desigual pelo motivo de fazia longo tempo que não passava em julho, a erva da terra. P. Se sente muito distante de reverter a tomar um ‘Grand Slam’? R. É evidente que irei a estes torneios sem ser favorito, uma coisa que antes não passava.

  1. Quando eu imagino em você, vejo seu nome com corações flutuando pela frente de meus olhos
  2. 6 6. E como fecho de ouro…
  3. 1988-1990: Os frescos são pa’ cuidar deles[editar]
  4. Última aparição: What’s Past is Prologue

eu Sei que Murray, Djokovic e Nadal viajam pra Nova York convencidos de receber. Eu entendo que assim como posso fazer isso, todavia eu tenho que demostrármelo a mim mesmo ganhando a confiança e isto só se consegue ganhar jogos. Então, se eu tivesse tomado sete semanas de descanso antes de Montreal tivesse sido um defeito.

P. imagina jogar um campeonado sem ser cabeça de série? R. Para jogadores como Rafa ou eu mesmo, ser o número dois ou o número cinco não nos muda a vida. O que te muda a sua existência é ser o número um e neste momento fomos os 2. Estar entre os favoritos é o de menos, o essencial é confiar que você está preparado para receber. É claro que estar no circuito não é o suficiente para mim. Preciso de sucessos e, pra essa finalidade, espero estar fisicamente bem. Não é agradável jogar lesionado. Rafa poderia cantar uma canção sobre. Se não chegam as vitórias será o momento de fazer outra coisa.

P. No US Open vai aparecer, quase de certeza, é o quinto do ranking, o que o coloca em alguns teóricos quartos com um ‘top4’. R. Sem problemas. O que é de fato significativo é o top8. Rafa chegou como número 5 Roland Garros e Wimbledon. Se você joga bem, joga bem.

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