Escravidão Na América

A escravidão neste momento existia pela América pré-colombiana, entretanto a escravização da população indígena por europeus na América foi iniciada por Cristóvão Colombo. Mas, essa escravização não se encaixava com as leis castelhanas e causou controvérsias jurídicas desde o começo. Já em 1530, com o reinado de Carlos I, da escravidão dos índios foi proibida oficialmente, mesmo que alguns o fizeram de modo ilegal. Além do mais, os senhores espanhóis dispunham das encomendas, das quais não permitiam descrever com a mão-de-obra de homens livres.

Em paralelo, construiu-se um tráfico de escravos africanos para a América espanhola e o Brasil, monopolizado, inicialmente, por comerciantes portugueses e, em seguida, por contrabandistas franceses e holandeses. Calcula-Se que entre 1501 e 1641 chegaram, deste modo, a América cerca de 620 000 africanos. O tráfego de massa não chegou entretanto, até o século XVIII, principalmente nas mãos de ingleses e franceses, que transportaram mais de 5 500 000, principalmente, às suas propriedades açucareiras do Caribe, como Barbados e Saint-Domingue.

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A escravatura não seria abolida por todos os países americanos até o século XIX, o que no caso dos EUA gerou uma robusto tensão política que resultou pela Guerra Civil Americana. A rainha Isabel de Castela, tinha diversas questões em crer escravos os que deveriam ser seus súditos. Dada o intuito de alguns de transportar os índios para a península, em 1503 a Coroa autoriza transportar os índios, e apenas se, vêm por tua própria vontade.

Carlos I da Espanha e V do Sacro Império Romano-Germânico, em 1528, proibido de trazer os índios para a Espanha, mesmo que fossem por desejo própria, pelo motivo de a toda a hora era pra ser vendidos como escravos. Em um edital de 1530, proíbe toda forma de escravidão, em cada tipo de condição. No entanto, é complicado fazer valer a lei em territórios tão distantes e são utilizados voltas legais pra escoltar ejerciéndola. Tendo como exemplo, utilizavam a encomenda como maneira de trabalho forçado e, por conseguinte, de escravidão.

Finalmente, em 1537, se promulgou a bula Sublimis Deus, do papa Paulo III, em que declara os índios como homens em todas as tuas capacidades, o que reduz a credibilidade da escravidão em prol da encomenda. A inventada expansão pelas costas africanas, os portugueses precisavam de uma base estável. Canárias seria a opção sublime, porém o fato de que fora cota da coroa castelhana desde o início do século XV impediu este caso.

Na ilha mauritana de Arguim foi onde o navegador português João Fernandes, que terminar o Cabo Bojador em 1445, intercambiaría tecidos e trigo obtidos nos portos Meça, Mogador e Safí por escravos e ouro. Três anos depois, construiria um assentamento estável pela área e cria a chamada “Rota dos Portugueses” entre Arguim e Wadane (ou Ouadane). Em 1450, o comércio português de imediato estava consolidado.

Se trocavam tecidos de linho, tapetes, trigo e outros objetos de ouro, marfim, especiarias, borracha, couros e peles, almíscar e os escravos que os árabes trouxeram da chamada “Terra dos Negros”. A começar por Arguim se entregava a mercadoria a Lagos e Lisboa. A começar por 1425 os portugueses haviam ocupado a ilha da Madeira e os colonos estavam dedicados à criação de trigo.

O nobre português Henrique “o Navegador” decidiu gerar um cultivo de cana-de-açúcar, comprada pela Sicília para comerciantes que eram importados do sudeste asiático, na ilha sustentado por escravos africanos. No decorrer da Guerra de Sucessão de Castela, em 1478, e os reis de Castela, Fernando e Isabel enviou uma armada para as costas da Guiné desenvolvida por entre 11 e trinta e cinco navios.

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