“Espanha, Que Teve A Intuição De Que, Com O Português, Poderia Conquistar O Mundo”

Nélida Pinhão (Rio de Janeiro, 1934) é uma mulher brasileira que leu a Espanha, que, como ela gosta de mostrar, a toda a hora entre risos. Foi intitulado de tua conferência “A língua de todos”… Mas o que vai nos contar isso? Vou me aproximar da presença do português no Brasil, desde a colonização, e os portugueses, e através da combinação que havia entre Portugal e Espanha, no momento em que Portugal passou a pertencer a Filipe II.

Aí há presenças muito estranhas e muito misteriosas de espanhóis no Brasil. Até já a presença de Quevedo… Mas não irei explicar os detalhes já que lhe tiraria a graça, a minha conferência (risos). Está também José de Anchieta, o canário, o homem que dominava igualmente o português e o espanhol.

  • o colorido e a fantasia do Doutor Estranho
  • 15: “América, América”. (Documentário)
  • Eu calço o seu amor até os ossos
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  • Você é o sonho do qual não pretendo acordar nunca

Como se relacionava o português e o espanhol naquele tempo? Em determinados momentos havia um entendimento quase espiritual entre portugueses e espanhóis no Brasil. E há um detalhe muito intrigante: no século XVII, o português era uma língua de elegância para os portugueses. E é exatamente em que momento Portugal teve grandes criadores. Havia uma extenso atração pro talento português… E há várias coisas então. Isso não te posso falar… São 2 grandes países, com duas grandes culturas.

, E não se poderá deixar de crer que Portugal tem uma cultura excepcional: histórica, literária, cultural, documentário… Tudo. Não tenho dúvida que a briga… É história. E há um hiperlink profundo. Mas é que os países têm sempre discrepâncias e acordos. Bem, o que mais você quer mencionar nessa conferência? Vou dirigir-se recolhendo a milagrosa presença do espanhol pela América do sul.

A título de exemplo, no império inca. Ou no México. Falarei de como foi o espanhol no México. Há qualquer coisa muito relevante aqui: o momento em que, com Carlos V consegue, por intervenção de Bartolomé de las Casas, que se considere que o índio tem uma alma imortal. Isso é alcançado a partir da frase?

Sempre tenho em mente uma frase que me impressionou há 40 anos. Eu li a Nebrija. Imagine a cena: uma brasileira que leu a Nebrija. Como lembra desse instante? Meu pai era galego e meus 4 avós bem como. Descobri o espanhol a 10 anos de idade. Minha família tinha me prometido que visitaria Portugal.

Note, eu acreditava que o Brasil era vizinha da praia de Copacabana. Que bastava regressar a Copacabana e que estava Espanha lá. E minha mãe me esclareceu que não, que tinha que atravessar o Atlântico. É Dessa maneira que sou um amante do Atlântico. É um carinho duradouro, entendo. Há pouco tempo que voltei de Lisboa, onde passei esse último ano escrevendo um romance. E quando ela estava exausta do trabalho e queria acompanhar alguma coisa muito lindo eu ia para a margem do rio Tejo, que é imponente.

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