O Plástico: Aprenda A Viver Sem Um Dos Materiais Mais Nocivos Para o Planeta

Apenas há ninguém em Portugal que não tenha visto alguma imagem aterrorizante do mar coberto de embalagens, sacos plásticos e restos de objetos diferentes. Ou que não tenha ouvido expressar dos microplásticos que comemos, já que eles estão na água que bebemos, os alimentos que comemos e até o ar que respiramos. O que fazer pra retirar a ameaça de nossas vidas e do planeta?

Entrar para fazer isso. Nós dizemos-lhe como. Tinha deixado a comida em residência, desta forma que, naquele dia, saiu do serviço para obter uma salada. De volta no escritório, procedeu-se a ingerir. Não sem antes remover a tampa. Retirar o tabuleiro nanico interna. Desenvolver os talheres. Rasgar o saquinho do óleo. A-do-vinagre. A do sal.

Quando acabou e ele viu a montanha de plástico, decidiu que não poderia ser: “Eu prontamente fazia um tempo que queria fazer a transformação pra viver sem plástico. E este foi o ponto de inflexão”. Assim, conta Patricia Reina (Toledo, 1982) como ela e teu companheiro, Fernando Gómez (Lisboa, 1966), tomaram a decisão de banir este utensílio de tuas vidas.

Ou, pelo menos, de deixar de ingerir voluntariamente. Porque hoje sabemos que só em nosso corpo humano, querendo ou não. Produção, utilização e destino de todos os plásticos montados’ (2017) é o estudo mais abrangente efetivado sobre a realização de plástico na Terra, levado a cabo pelas universidades da Califórnia e a Geórgia (Usa).

de Acordo com a faculdade de Queensland (Austrália), uma em cada 3 tartarugas do planeta foi comido plástico. Este tampe seus órgãos vitais e bem como faz com que deixem de comer. O encontro no nosso corpo humano, indicam os cientistas, saberemos daqui a dez anos. Mas Patrícia e Fernando não estavam dispostos a esperar. Organizaram-Se pra prover-se de alimentos secos -massas, arroz, legumes, frutos secos – uma vez por mês.

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Os frescos adquiridos cada semana no mercado. O mesmo ocorre com os alimentos no tetrabrik, como o leite de aveia ou de arroz, tão em moda nos dias de hoje. Deixaram de comprá-los e eles exercem. Outra vantagem de desplastificarse é, pontualmente, a qualidade de vida que se ganha em termos de alimentação: “Agora comemos muito mais saudável e não consumimos alimentos processados”. Patricia reconhece que a transformação de hábitos lhes custou, “o que fizemos de golpe, uma questão que não recomendamos”, ri. Há cinco anos, além do mais, não existiam as lojas livres de plástico que existem hoje e que permitem estocar todo o necessário pro cotidiano.

Em ‘Yes Future’ (Barcelona), tais como, encontramos desde escovas de dente de bambu, a lentilha, a granel, passando por cremes solares em frascos metálicos e sem químicos, ou copos menstruais de silicone recicláveis. Olga Rodrigues, de trinta e seis anos, co-fundadora de ‘Yes Future’ Alejandro Martínez. Abriram em 2017 e agora receberam o prêmio de Comércio Inovador da câmara Municipal de Barcelona. Patrícia garante que para viver sem plástico não se poderá prescindir de nada essencial. Justamente o semblante social poderá ser um dos mais controversos para as pessoas que quer viver sem plástico.

Pedir um prato de louça em uma celebração, onde são usados de plástico e a empreitada. Recusar almoços ou jantares em restaurantes rápidos. No caso de famílias com filhos, pedir aos outros pais que levem seus próprios copos e talheres pra uma festividade de aniversário. Testemunha ana luiza, de barcelona, de trinta e oito anos e mãe de duas crianças de 7 e cinco anos.

Para Victor Cusí, consultor em sustentabilidade, de Barcelona, que bem como tenta reduzir o consumo de plástico no teu dia-a-dia, “não tem sentido que um material que foi projetado pra durar muito de conceder um uso único”. E acredita que é muito barato de fabricar. De acordo com Cicloplast, ONG para a promoção da reciclagem do plástico, quase a metade do que usamos em Portugal acaba em aterros sanitários, legais ou ilegais. Esta é uma das razões por que, ao oposto do que se poderia raciocinar, viver sem plástico reduziu o valor de compra para ana luiza, Patrícia e Fernando. Uma comparação de todos os fornecedores em ‘blog’ destes últimos mostra que adquirir produtos em lojas de bairro e a maioria não sai de preço elevado do que encaminhar-se ao super. Uma coisa está clara: a quem de certeza que não lhe sai de preço elevado é o planeta Terra.

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