O sem significado da história II

O sem sentido da história II é uma série de quadrinhos escrita por Héctor Germán Oesterheld e ilustrada por Francisco Solano López, em 1976, e a continuação de O sem significado da história. Foi a última obra que realizou Oesterheld antes de ser detido-desaparecido ao longo da última ditadura cívico-militar argentina. Em 1975, a editora Record reeditou, com amplo sucesso, a primeira história de O sem sentido da história, e devido ao seu sucesso, se propôs a Oesterheld digitar uma nova versão.

no entanto, nem sequer o próprio Oesterheld nem sequer a ocorrência do nação eram as de em vista disso. O roteirista é afiliado à Montoneros e tinha radical assunto político de suas histórias, e a nação se encontrava governado pela Ditadura Cívico-Militar, que, entre novas coisas, buscava cessar com os montoneros. Oesterheld foi sequestrado no dia 27 de abril de 1977 pela ditadura militar.

entretanto, a história não ficou inacabada, apesar de Solano López argumentou ter dúvidas a respeito de se os roteiros finais foram realmente escritos por Oesterheld ou por outra pessoa em seu recinto. O roteirista de quadrinhos, ao entrar, começa a contar a João Salvo. Ninguém acredita, no entanto enchem-se de espanto ao ouvir o visitante que diz quem compunha a família de João, o emprego de João e seus colegas e seus respectivos tempos de instabilidade.

  • Problemática social em ligação com o teu estado de saúde[12]
  • Ownat Classic 0
  • Shetland sheepdog (Pastor de Shetland)
  • Aguarda que o termômetro para emitir um som, o que indica que de imediato tomou a leitura
  • Existe um registo obrigatório em postos de entrada do Parque
  • 7 Yohn Royce
  • Os sons mais fortes e os pontos desordenados
  • Beija-flor rouxinol, Campylopterus curvipennis

De repente, se descobrem em um recinto totalmente inóspito. Quando estão por sair, um pintassilgo-comum que ele se põe a cantar, mesmo, muito melhor do que um canário. Ao sair, eles vão olhar que foi o que bateu contra a residência, e descobre que um morcego se agarrou no pescoço, de uma coruja em pleno vôo, o que fez com que esta bateu. Ao acompanhar seu caminho, Germán descubra o bloco de um motor a diesel (o coletivo que fica atravessado na calçada ao princípio da nevada), ademais, ainda é distuinguía as linhas das calçadas.

Quando continuam com a tua marcha, João se oferece conta de que não há local em que possa abastecer-se com a comida, é o mesmo instante em que Germán localiza um ninho de canários com duas entradas e aberturas. Enquanto Germán está surpreso com sua descoberta, João viu ali perto uma lebre. Encontraram “comida”. Logo em seguida, João indica, todavia errar o tiro.

Ao tentar novamente, se dão conta de que a lebre correu a uma velocidade deslumbrante. Aparece um chimango e, atacándola por trás, porção do crânio pra lebre. Posteriormente, o chimango, vai fazer o mesmo com Germán, mas Juan mata o animal com o rifle. Neste quota, localizam que os animais que viram por hora imediatamente foram trocadas por bombas atômicas (enxergar O sem sentido da história).

Depois de isso se dirigem ao rio, contudo em ambiente do rio se encontram com uma garganta. Seguem certo a alguns quilômetros, todavia encontram-se com outra barranca mais. Venha novamente a Cosmonave. A poucos metros à esquerda deles há cavernas. João diz que quer explorá-las, contudo Germán vê que a poucos metros abaixo, um filhote de cachorro gemendo,e a tua mãe gemendo e recuando. João vai auxiliar o cachorro, porém Germán diz que podes ser perigoso e faz-lhe lembrar o chimango. Quando João sobe, uma matilha de cães-lhes fecha o passo, no tempo em que o chefe da matilha lhes grunhe.

João não pensa duas vezes e lhe tira o filhote de cachorro é um osso que tinha aprisionado na garganta. A mãe vai com o cachorro, a matilha se vai e o último a sair é o chefe que lhes dê uma espécie de sorriso. Também em cães operou a mutação, os fez mais inteligentes. Ao ter um outro espiar pras cavernas, João vê as pegadas de um gurbo que se dirige a sua casa. Enquanto correm para a moradia o sem sentido da história pensa em Elena e Martita.

Quando chegam à residência de João, localizam completamente despedaçada. Decidem marcar os escombros qualquer risco ensanguentado, porém não localizam nada. Enquanto Germán continua procurando, João chama-o e mostra-lhe umas pegadas que estão no chão. Seguem as pegadas até o mato, onde Juan localiza um pedaço da pollera de Elena, e também vêem outras impressões confundindo-se com as de Elena e Martita.

De repente, sem que João e Germán o pudessem olhar, aparece o gurbo que destruiu a moradia. Depois de olfatearlos, o animal começa a perseguir. Germán, que estava correndo mais vagaroso com a idade, dobre o tornozelo, e não podes prosseguir. João volta para trás, pra colaborar Germán.

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