Os Cães Entram No Hospital

Nenhum deles é um animal de estimação corrente. Os três são cães acostumados a caminhar com naturalidade pelos corredores de um hospital, onde não se limitam a ser simples animais de estimação, porém que se tornaram -há pouco tempo – em aliados de médicos e pacientes. O Hospital Sant Joan de Déu (em Esplugues de Llobregat, Barcelona) foi o primeiro a quebrar a barreira e deixar um cão pôr a pata dentro de seus corredores.

Desde em vista disso, apesar de que ainda timidamente, outros centros espanhóis são incentivados a tentar as terapias assistidas com cães em tuas instalações, imitando um modelo estendido imediatamente em outros domínios (principalmente no campo da deficiência). Tubulação atravessa como Pedro por sua residência, os corredores do Sant Joan de Déu, em que nasceu há quase 3 anos.

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Efetivamente, o Cavalier King Charles necessita seu nome a uma votação que celebraram os guris internados quando nasceu. Ela é um dos 9 cachorros que todos os dias, acompanhados por técnicos especializados, percorrem o centro infantil, o primeiro em Portugal em lançar-se na aventura de deixar entrar a esses animais de profissionais por causa de seus corredores. Como conta Nùria Serrallonga, responsável pela unidade de intervenções assistidas com animais, tudo começou em 2009, durante uma conferência sobre isto humanização realizadas no centro.

“Vieram especialistas de um hospital de Florença (Itália) -pioneiro da terapia com cães pela Europa – e foi um sucesso”, relata O Mundo. A partir daí, tudo foi filmado. “Os técnicos levam os cães em todo o hospital, incluindo os serviços de Urgência”, explica Serrallonga, coordenadora do programa Hospital Amic, que engloba musicoterapia, palhaços, os cães, os feiticeiros e qualquer actividade destinada a aprimorar o bem-estar emocional das crianças cadastradas.

“O cão é o meu animal favorito, eu amei que venham”, diz Elena (sete anos) depois de ganhar a visita de Nel e Damba, que mesmo que tenha lido um conto. Cada atividade em que estão presentes os cães tem uma meta terapêutica. “Se uma garota tem horror de reverter a andar após cada cirurgia de Trauma, tendo como exemplo, encorajá-lo a passear o animal também possui como propósito ajudá-lo a recuperar a mobilidade”, conta a coordenadora do programa.

a pequena Cloe (4 anos), o que mais gostou é acariciar o animal com os pés descalços. “Pelos seus gestos e sons, rodovia-se que estava muito à desejo”, confessa Patrícia, a mãe dessa garota com uma doença rara que as cócegas nos pés gosta de.

Serrallonga admite que determinar cientificamente os privilégios que têm os animais é dificultoso. Também, como saberíamos que o efeito deve-se animais de estimação e não para a musicoterapia? É o caso do Gregorio Marañón de Madri, que no passado dia 4 de janeiro recebia na sua unidade de Psiquiatria Adolescente a visita de Mia, Kimba e Danka, 3 animais da ONG Cães Azuis.

Como explica a doutora Dolores Moreno, psiquiatra nesse serviço, a experiência foi tão positiva que eles também esperam absorver a terapia com cães de forma rotineira, como se faz no Barcelona. “Qualquer atividade que não regrada dentro do hospital é complicada pela burocracia, no entanto, neste caso, e com a aprovação da Comissão de Humanização, foi tudo muito rápido”, admite. As alergias e as fobias são os únicos aspectos que conseguem frear a participação de alguns pacientes.

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