Os Especialistas Recomendam Para os Desempregados A Abrir Negócios

A construção de novos negócios é fundamental pra diminuir o número atual de 4.130.625 de desempregados em Portugal. Economia cooperativa e a Criação de organizações de la Generalitat de Catalunya, Lluís Rodríguez. Na mesma linha, posiciona-se a directora-geral do Barcelona Activa, Ana Molero: “Empreender poderá ser uma rodovia de saída para muitos desempregados”. De facto, está notando um acréscimo dos que optam abrir teu próprio negócio.

Serviço de Empresas e Pessoas Empreendedoras CORESSA, Marta Bosch, que, em 2009, assessorou 16% a mais de projectos empresariais. Entretanto, é óbvio que construir uma empresa em tempos de crise implica um maior risco. As estatísticas são pessimistas. A resposta é sim. Rodríguez, que exerce teu cargo no Governo com tuas aulas de Criação de Empresas pela UAB.

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A principal complexidade é o pavor de empreender que se atribui ao desconhecimento de como funciona um negócio, conseqüência de que a comunidade ocidental europeia não foi educada pra liderar uma empresa. Rodríguez. Ana Molero tem uma visão diferenciado. Mas, o que impele alguém a se tornar empresária? 85% dos empreendedores resolve formar a sua própria corporação, em razão de a “uma oportunidade” no mercado, enquanto que o resto percebe esta hipótese como uma possibilidade de trabalho, de acordo com Rodríguez. O acrescentamento do desemprego está a modificar esta tendência, avalia a diretora-geral de Barcelona Activa.

As telecomunicações, biotecnologia ou as energias renováveis são citados frequentemente como nichos onde investir e inovar. Porém, nem toda gente é capaz de mover-se por estes 3 setores emergentes. O quê, desse modo, fixar-se? Neste significado, só 36% dos projetos assessorados por CORESSA se chegaram a concretizar-se. A atividade de serviços como este é auxiliar o empreendedor a ver a viabilidade de teu projeto.

Uma vez que conseguem fazer realidade o teu projeto, depois vem a fração mais complexo: a consolidação. Os especialistas citados situam por volta de 25.000 euros o investimento médio inicial que é preciso para formar uma corporação. Atualmente, existem diferentes maneiras de financiamento: recursos próprios, capitalização do desemprego, bancos e caixas, projectos de capital de risco ou subsídios administrativas. Mas o maior dificuldade continua sendo a restrição do crédito bancário.

porém, a falta de financiamento é um bloqueio que você podes saltar. Uma opção são as ajudas administrativas voltadas para o fomento da atividade empresarial, como as que concede o Instituto de Crédito Oficial (ICO) -entidade que outorgou o ano anterior 18.467 milhões de euros a corporações e autônomos.

Atualmente, também a União Europeia trabalha na autorização de microcrédito no valor de 100 milhões de euros pra adolescentes empreendedores, auxílios, que se somam às linhas de crédito das comunidades autónomas. Por outro lado, é comum ouvir críticas sobre a burocracia dos procedimentos na hora de desenvolver uma empresa, um estilo que a Generalitat de Catalunya tenta acelerar, de acordo com Lluís Rodríguez.

De qualquer forma, indica, “desconheço nenhuma pessoa que tenha desistido de fazer realidade o teu projecto empresarial, por esse pretexto”. Entretanto, “a percepção das pessoas é que existe muita burocracia”, admite Marta Bosch. Atualmente, os futuros empreendedores têm que se dirigir a algumas administrações diferentes – câmara municipal, Finanças, Segurança Social…- o que representa um investimento de tempo significativo. Neste sentido, existem várias entidades que, e também alavancar a auto-confiança e a motivação, ajudam a futuros empreendedores a construir o seu plano de corporação – imprescindível para a viabilidade do negócio – e fortificar corporações prontamente montadas.

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