Os Rios Profundos

Os rios profundos, é o terceiro romance do escritor peruano José María Arguedas. Segundo a crítica especializada, esta novela marcou o início da corrente neoindigenista, pois que apresentava na primeira vez, uma leitura do problema do índio a partir de uma promessa mais próxima. Fama que ela vai criar este artigo com o escritor mexicano Juan Rulfo.

A maioria dos críticos concordam que essa novela é a obra-prima de Arguedas. 9.Oito VIII.- QUEBRADA HONDA. Os últimos anos da década de 1950 foram para Arguedas muito férteis em termos de produção literária. O livro surgiu no momento em que o Indigenismo se encontrava em pleno andamento no Peru.

  • 8ª gala: PSY (oitenta pontos) Vencedor
  • eu Te mando um feixe de energia positiva pra que você tenha um muito bom dia. – Muito bons dias
  • Maior a 250 000: Um voto
  • Mensagens: 27.518
  • 1 Oscar
  • seis O metal dos anos 90
  • dois A guerra contra a al-Andalus

O ministro da Educação da data, Luis E. Valcárcel, organizou o Museu de Cultura, instituição que propiciou com muita decisão dos estudos indigenistas. Por outro lado, com a publicação de Os rios profundos iniciou-se um modo irreversível de classificação da obra arguediana em tal grau no Peru como a grau continental. A gênese do romance seria o conto “Warma kuyay” (que faz porção do livro de contos Água, publicado em 1935), um de cujos personagens é o moço Ernesto, inegavelmente o mesmo Ernesto Dos rios profundos. Um texto de Arguedas que apareceu publicado, em 1948, perante a forma de relato autobiográfico (As Moradas, vol. II, Nº 4, Lima, abril de 1948, pp.

“viagens”. Em 1950, Arguedas anunciou no ensaio “O romance e o defeito da sentença literária em Peru” a existência do projeto da novela. O impulso pra completar sua constituição surgiu anos depois, no ano de 1956, quando realizava um trabalho etnográfico de campo no vale do Mantaro. Não parou, logo, ao vê-lo concluído.

Alguns textos de estudo etnográfico foram aderidas ao relato, como a definição etimológica do zumbayllu ou pião mágico. 70% da ação do romance se passa pela cidade de Abancay, em quíchua Awancay. Cusco é uma cidade com pequenos bairros separados por pomares de serpa pinto, e com campos de canaviais que se estendem até o rio Pachachaca. Rodeia-a fazenda Patibamba, cujo modelo não vendia e, desta forma, a cidade não podia amplificar-se. Uma árvore característico de Abancay é o nativo pisonay, que na primavera cheia de flores grandes e vermelhas.

Tendo em conta que se trata de uma novela de corte autobiográfico, a época em que se passa a história é o decênio de 1920, ante o oncenio de Augusto B. Leguía. Para ser mais exato, foi o ano de 1924 em que Arguedas estudou o quinto primária no colégio de Abancay, dirigido pelos padres mercedários.

A novela narra o processo de maturação de Ernesto, um rapaz de quatrorze anos que necessita confrontar as injustiças do universo adulto do que começa a fazer cota e em que você deve escolher um caminho. A história começa em Cusco, cidade a que chegam Ernesto e seu pai, Gabriel, um advogado itinerante, em procura de um parente rico chamado O Velho, com a finalidade de solicitar trabalho e abrigo. Mas não têm sucesso.

Então reemprenden suas andanças ao longo de algumas cidades e vilas do sul peruano. Em Abancay, Ernesto é matriculado em um colégio interno religioso, enquanto teu pai continua suas viagens em busca de trabalho. Ernesto por isso terá que conviver com os alunos do internato, que são um microcosmo da comunidade peruana e onde primam regras cruéis e violentas. Na obra distinguem-se 2 narradores.

O primeiro é o narrador principal, um homem adulto que evoca a tua infância, ou seja, uma versão adulta de Ernesto. Ernesto, o protagonista-narrador, é um fedelho de quatrorze anos que vive dividido entre dois mundos, o dos fazendeiros operadores e o dos índios maltratados. Isso permite um procedimento de aprendizagem acelerado e uma forma de ver o universo com uma maior possibilidade. Irá interpretar uma realidade a que se vê confrontado e o seu modo de aprendizagem precisa acompanhar com a seleção ética de ficar do lado do robusto ou do privado.

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