Para Sol Villar

A presença da mulher no organograma das indústrias do Pólo Químico de caxias do sul e, em especial, as corporações inscritas na Associação de Indústrias Químicas e Básicas (AIQB) de caxias do sul, vai em acrescento. Este veloz porém progressivo acréscimo de mulheres na indústria química de Huelva põe de manifesto como com o ir do tempo, a figura feminina foi aberta em um setor, possivelmente, considerado um cenário justamente masculino.

Embora só representam 9 por cento das modelos, as mulheres ocupam diferentes posições e com diferentes responsabilidades das organizações deste setor, um dos pilares da economia no evento. Todos concordam que há inexistência de mulheres nos cargos de direção, em sua maioria copados por homens, todavia reconhecem que, pouco a pouco, o papel e a liderança feminino abrem passo e “é uma pergunta de tempo”. Para Sol Villar, chefe de criação de Atlantic Copper, com uma experiência de 9 anos na corporação, a paridade se está alcançando.

Assim, o comité de direção da organização, à exceção do conselheiro delegado, os directores-gerais são três homens e três mulheres. Villar, que se contou convencida de que “não se trata somente de um acrescentamento do número, mas da maneira como serão distribuídos durante os organogramas”. Ademais, graças a tua ordem profissional, esta química explica que os cursos de FPE, —promovidos na Atlantic Copper e a Junta de Andaluzia—, a adição no mercado de serviço nesta corporação é de sessenta por cento.

Não obstante, apesar de que apenas 6 por cento dos pedidos são de crianças, 66% delas consegue continuar na corporação. Em Atlantic Copper, a mulher representa 10 por cento do total do paradigma. Por sua porção, María Jesús Molina Garcia, técnico de operações na Gas Natural Fenosa, e engenheira técnica industrial na especialidade de química destacou que a igualdade prevalece “no salário e no trabalho a fazer”. Molina, que lembra como nas fábricas, em geral, há bastante tempo, nem sequer se contemplava o episódio de instalar um guarda-roupa feminino e nesta hora “tudo isso foi deixado para trás”.

Não conseguem sobreviver um sem o outro. O século XIX foi um ciclo de ebulição intelectual no Oriente Médio: renovação intelectual do islã, reforma religiosa, através da educação, da jurisprudência, etc., Os ulemas estiveram no núcleo dessas reformas. Se até o século XVIII, todos os aspectos da comunidade no Império otomano eram dominados pela religião, isso mudou bruscamente. Com o declínio desse Império tentaram reformar as estruturas, procurando imitar o modelo dos países europeus (tanzimat “reorganização”).

A partir, principlamente, de 1830 começaram as reformas e a modernização de estruturas (exército, administração, ensino, tributos, etc.); muitos estudantes recorreram a diferentes países da Europa, tomando como paradigma de modernização (Yeni Osmanlilar -“adolescentes turcos otomanos”-, Jön Türkler -“jovens turcos”-). O vontade de renovação, a pesquisa de respostas para o fracasso otomana, levou a perguntar-se se era o islã e a causa de tua fraqueza e atraso. Esta reflexão empurrou o clero a perguntar as causas da situação e a tentar englobar os elementos da modernidade, da religião.

Se nega que o califado tenha critério religioso; se Maomé não era um político, desta maneira, que a religião não deveria fundamentar um Estado muçulmano. Não obstante, não se acusa a religião, a origem da derrocada: seria a falta de adoção dos valores liberais, o que teria inserido em inferioridade dos povos muçulmanos contra o Ocidente. Surge uma separação entre o político e o religioso, um “liberalismo muçulmano”. Corrente islâmico: a Europa não é um padrão a escoltar, contudo o adversário. Formam-Se os primeiros grandes movimentos islâmicos; o mais interessante, os Irmãos Muçulmanos, construído em 1928 por Hassan al-Banna.

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Não põe o acento sobre a prática religiosa em si ou a respeito da sharia, todavia uma ação política e social; insiste a respeito da consciência de justiça social que precisa ser seguido por intermédio do Estado. A terceira corrente é a que preconiza as transgressões nacionalistas (revolta iraquiano de 1920, revolta árabe Palestina de 1936-1939), que combinam elementos das anteriores. O islamismo, como resposta à situação histórica, adoraria de um Estado fundamentado no islã que reprojetar uma nova nação. De acordo com esta corrente, tem que-se tentar viver no seio da irmandade entre muçulmanos, de acordo com um modelo político islâmico que exclua modelos leigos como o comunista ou o liberal.

A vivência de muçulmanos no Ocidente permitiu o surgimento do islamismo político em tuas inúmeras formas, assim como de atitudes de rejeição. África em França e em Espanha, Turquia, Alemanha), e parcialmente por conversões. Na retórica reivindicativa do yihadismo, são frequentes as alusões ao passado muçulmano da Espanha (Al-Andalus) como um estímulo para a tua recuperação pelo islã. De acordo com o dominante, o principal dificuldade é o islã, já que coloca a lealdade pra com a comunidade de crentes acima da lealdade à nação. Não aceita críticas, não cede em matéria de normas e valores, e justifica certos tipos de agressividade, como a jihad.

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