Saunders Elsevier; 2019

A pancreatite é a inflamação do pâncreas. Ocorre quando as enzimas pancreáticas (essencialmente a tripsina), que digerem a comida, ativam-se no pâncreas, ao invés fazê-lo no intestino delgado. A inflamação podes ser súbita (aguda) ou progressiva (crônica). A pancreatite aguda geralmente envolve um “ataque”, depois do qual o pâncreas retorne ao seu estado normal.

A pancreatite aguda rigorosa poderá comprometer a existência do paciente. Na pancreatite crônica, acontece um prejuízo eterno do pâncreas e de sua função, o que costuma levar à fibrose (cicatrização). Aguda: inflamação aguda do pâncreas. O principal sintoma é a dor abdominal epigástrica (ou melhor, na zona central superior do abdômen) que poderá irradiarse pra trás pros lados (pela cintura).

Em 80% dos casos, a doença tem um curso suave, recuperando-se o paciente totalmente em dois ou 3 dias. Em 20% a expansão é perigoso, podendo causar hipotensão, insuficiência respiratória, insuficiência renal, necrose do pâncreas (divisão da glândula morre e podes, logo em seguida, ser infectado) e/ou pseudoquistes (sacos de líquido dentro do abdômen). Crônica: inflamação crônica do pâncreas caracterizada por fibrose (tecido cicatrizal) e em ocasiões procedimentos (aglomerados de cálcio, perceptíveis em testes de imagem como a radiografia ou scanner). Produz dor abdominal (crônico ou em ataques agudos repetidos), diabetes (por perda da produção de insulina) e perda de peso nas fezes (por perda da lipase, enzima que digere as gorduras).

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cerca de 80% das pancreatite é causada por cálculos biliares e ingestão de álcool. Os cálculos biliares são a razão mais comum de pancreatite aguda. O álcool é a etiologia mais comum de pancreatite crônica. Os Cálculos biliares que obstruem o canal pancreático. A mais contínuo em países com alta taxa de litíase biliar. A ingestão abundante e generosa de gordura.

Abuso de álcool, que provoca o fechamento dos conductillos pancreáticas menores. O excedente de peso ou obesidade. Trauma abdominal ou cirurgia. Doenças auto-imunes, como Lúpus. Presença de um tumor. Picadas de vespas, abelhas africanas e escorpião. Alguns medicamentos: corticosteróides como a prednisolona, isoniazida, diuréticos como a furosemida e clorotiazida, drogas para o HIV como didanosina e pentamidina, o anticonvulsivo ácido valpróico, agentes quimioterápicos como a L-Asparagina e aziatoprina e anti-histamínicos. Um excelente número de agentes infecciosos têm sido reconhecidos como causas de pancreatite. Perder gordura sem tentar.

Pode ser observada muitas vezes cor amarela da pele e olhos (Icterícia). Em diversos casos, a pancreatite crônica pode resultar em diabetes por afetar as ilhotas de Langerhans. Exames de sangue: pra indicar o acrescento de enzimas próprias do pâncreas como a amilase e a lipase. Ultra-som: uma técnica de diagnóstico de imagens que utiliza ondas sonoras de alta freqüência para desenvolver uma imagem dos órgãos internos. As ecografias são usados pra ver de perto os órgãos internos do abdômen como o fígado, baço e rins e para avaliar o curso sanguíneo de imensos vasos.

Colangiopancreatografía endoscópica retrógrada (CPRE): um procedimento que permite ao médico diagnosticar e tratar dificuldades de fígado, vesícula biliar e ductos biliares e o pâncreas. O procedimento combina raios-X e o emprego de um endoscópio, um tubo com luz, comprido e maleável. O endoscópio é colocado pela boca e a garganta do paciente, e, logo após, por meio do esôfago, o estômago e o duodeno. O médico pode checar o interior destes órgãos e detectar qualquer anomalia.

Tomografia Axial Computadorizada (TAC): este procedimento de diagnóstico por imagem que utiliza uma combinação de tecnologias de raios-X e pcs para obter imagens transversais (frequentemente chamadas de “fatias” do corpo, em tão alto grau horizontais como verticais. Uma TAC mostra imagens detalhadas de qualquer parcela do corpo humano, incluindo os ossos, os músculos, a gordura e os órgãos.

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