Tire Partido Da Sua Publicidade Nas Mídias sociais

A apreensão das marcas e das corporações por ter reflexo e influência nas mídias sociais é cada vez superior. Essas plataformas são um canal com numerosas probabilidades para promover e dar a dominar os produtos e gerar outras estratégias de marketing. 81% dos internautas espanhóis de dezesseis a 55 anos as utilizam, de acordo com o estudo anual de mídias sociais 2016 do IAB Portugal, a agregação de propaganda, marketing e comunicação digital em Portugal.

Isso representa, nada mais, nada menos, do que um mercado potencial de quinze milhões de clientes em nosso país. “E as marcas querem estar onde se encontrem os seus potenciais freguêses”, diz Javier Cabanillas, ceo da M&C Saatchis Madrid. Não em vão, de uma forma geral, o investimento em publicidade digital aumentou 21% em 2015 (1.289,2 milhões de euros), reflecte um outro estudo do IAB Portugal.

de Acordo com estes detalhes, “20% do investimento display foi destinada a redes sociais, o que significa oitenta e sete milhões de euros”, diz o diretor-geral do IAB Portugal, Antonio Traugott. “Os anunciantes se sentem ainda mais à desejo no recinto das redes sociais —garante—, embora ainda estão em fase de teste e problema.

O acrescento do investimento digital é imparável. Em países como Dinamarca, Reino Unido e Austrália, o investimento digital é a que concentra o maior investimento publicitário do total de meios de intercomunicação. Em Portugal ainda tomaremos alguns anos, mas estamos neste caminho”. Isso sim, nas redes não seguem os critérios de jogo usuais.

“Mover uma campanha de tv para as mídias sociais é um erro”, garante Fernando Rivero, conselheiro da Associação de Marketing de Espanha. Então, surgem novos modelos para o lugar digital, tendo como exemplo, com mais conteúdo audiovisual. Neste novo meio ambiente, as estratégias e os objetivos são diferentes. “Não é tão respeitável a pressão publicitária ou o quanto você é apto de investir, no entanto que o cliente faça dele a mensagem, para que o visualize significativo, que lhe inspire e que estipule vínculos com ele”, explica Cabanillas. E o que é pertinente pro usuário que poderá incitar caprichoso? “O tema autêntico —afirma—, que possa ser capaz de gerar conversa.

Antes de o cliente se limitou a imitar. Agora quer conteúdos que entertain, que emocionen ou que forneçam informações relevantes e úteis”. Unidos com @madcoolfestival pra trazer as melhores marcas e integrá-los, seus valores, tua forma e a sua filosofia ! Trata-Se de iniciar um vínculo entre a marca ou a pme, com o usuário da mídia social.

“um relacionamento com um comprador que poderá se notificar contigo e que está permanentemente conectado. São campanhas contínuas, não o paradigma de campanha que deseja gerar um enorme encontro em incontáveis meios de intercomunicação de forma pontual durante um acordado tempo”, diz Rivero. Isso vinte anos após terem perdido um tanto das marcas”, complementa Cabanillas. O poder reside em um comprador participativo, que tem voz em um lugar, ademais, fortemente competitivo e onde a marca também se expõe com tuas mensagens. Daí, a improcedência que existe na hora de uma campanha viralice.

“Depende do capricho do usuário. Antes da publicidade interrompia a um filme ou a leitura de um jornal. Agora o usuário busca o que deseja, ou ele chega e se lhe parece curioso falar sobre este tema, ele opta se um definido tema tem ou não relevância”, diz Rivero. Para saber quais são essas tendências existem novas ferramentas digitais e perfis profissionais em agências de publicidade, de marketing e de comunicação. Usar as redes para ceder a ver a marca não tem desperdício.

  • Verificar os anexos de mensagens suspeitas e impossibilitar a tua transferência em caso de incerteza
  • Analisa a maneira em que se comunicam com a tua comunidade e com o público em geral
  • você Tem toda o detalhe, cria uma proposta única de vendas
  • Concorrentes diretos

“É bastante competente”, reconhece Cabanillas. Rivero ilustra com o exemplo dos 4 jovens de Elche (Alicante) que montaram a marca de óculos de sol Hawkers e em um pouco mais de 2 anos, ficou um negócio de enorme sucesso. No Facebook tem mais de quatro milhões de fãs, teu principal canal de venda.

“Há corporações que vendem melões através das redes sociais”, complementa. Manter-se informado e notar os serviços e produtos são os principais motivos pelos quais os usuários seguem as marcas nas redes sociais. Sem esquecer que também é uma forma de obter um proveito por intermédio de sorteios e descontos que são capazes de alavancar. E pra ser fiel a essa marca exigem que esses sejam práticas e muito ativas nas mídias sociais, visto que continuarão siguiéndolas se publicam conteúdos relevantes, atuais e promoções. São as principais conclusões do estudo anual de mídias sociais 2016 do IAB Portugal, o que assim como coloca o Facebook como a principal rede para ser fã de uma marca, seguida do Twitter e Instagram. Cultura, tecnologia e moda são os sectores mais seguidos.

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