Um País De Bares

Se existe uma entidade transversal pela nação espanhola, esse é o bar. Os números declaram o espaçoso apego ao botequim. Em 2013, a Coca-Cola lançou um estudo -Relação entre os cidadãos e o bar – que cifraba em 350.000 os estabelecimentos de hotelaria em Portugal. Destes, quase 200.000 eram estritamente bares.

O estudo calculou uma média de um bar por cada 132 pessoas, porém também observou que há muitos povos que, com apenas 50 habitantes, têm um. Às vezes é o único estabelecimento comercial. Nas cidades, esses locais não são escassos: em Barcelona, a densidade de bares (incluindo os de restaurantes, hotéis e pensões), é de 10.252 locais.

Quase tantos como os táxis e 10 vezes mais do que livrarias e pontos de venda de leitura. Com tudo, a Catalunha é a comunidade com mais estabelecimentos nesse tipo. E se a densidade de bares é, como reconhece o antropólogo Manuel Delgado, “um indicativo dos níveis de sociabilidade”, logo nós somos a pessoa mais sociável do mundo.

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“Quanto mais bares, mais vida social; quanto mais a existência social, mais bares”, resume Magro. A “vida” nos bares podes comprar várias maneiras. Em algumas ocasiões, contudo, a tertúlia é espontânea e diária. A jornalista de maiorca, Sabina Pons publica em suas mídias sociais a seção Ouvido o (a, um boteco de bairro pela Palma o que vai com freqüência e onde a cada dia se fala de tudo.

“É correto que o botequim é uma entidade transversal, total -corresponde-. O (a existem pessoas de todo tipo. A primeira hora é do aposentado. São como ondas de realidade, uma atrás da outra, e se você permanecer o tempo bastante vê estratos sociais diferentes e ouvir muitas opiniões diferentes”.

Pons não podes deixar de ouvir as conversas: “Eu amo de você em razão de me põem ao dia logo depois. Você percebe o que importa pra gente”. Em sua conta do Facebook costuma frisar muitas, que acrescentam frases como: “barbeie-se, Antonio, que com essa pinta parece que não tens conta no Panamá”; e diálogos do tipo: “o Que estou cansado de jubilaos: sois a ruína do país, não servís mais que para tomar conta de netos e atrapalhar!

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